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Outubro Rosa: Climege promove evento alusivo e mulheres compartilham histórias emocionantes

 Outubro Rosa: Climege promove evento alusivo e mulheres compartilham histórias emocionantes

Na manhã deste sábado, dia 23 de outubro, a Climege – Hospital Dia, promoveu evento alusivo ao Outubro Rosa, como forma de ampliar as informações sobre o câncer de mama e o câncer do colo do útero. Para respaldar a ação, a Dra. Jeanette Cléia, mastologista, deu significativa colaboração explanando sobre o tema e tirado dúvidas dos participantes.

Além disso, três mulheres guerreiras, que foram acometidas com o câncer de mama em algum estágio da vida, utilizaram o lugar de fala para encorajar as pacientes que aguardavam atendimento na recepção, foram elas: Joseane Lima, Aline Leal e Vilma Prado [histórias abaixo].

Uma programação minuciosa foi preparada para acolher as pessoas e conduzi-las para um ambiente informativo e de resultados práticos, já que os aspectos de prevenção ainda carregam vários tabus. A ideia é conscientizar no primeiro momento e com isso gerar mudanças de comportamento de colaborem para a diminuição das estatísticas negativas.

AS PARTICIPANTES:

Joseane Lima da Silva

Jô, como é carinhosamente conhecida, descobriu o câncer de mama em 2015, aos 30 anos. Fez mastectomia total da mama esquerda, 8 sessões de quimioterapia e 28 de radioterapia. Hoje, faz uso de medicação e uma frase sempre a acompanha: “Estou ótima, curada e ajudando mulheres guerreiras. A luta não é fácil mais desistir jamais”, disse ela.

Aline Leal Sacramento

Hoje com 42 anos, Aline descobri um nódulo aos 36, enfrentando um caso raro (e agressivo por sinal), que enganou até os mais experientes médicos. A mamografia deu grau 0 (achado benigno), só depois de uma biópsia foi diagnosticado o câncer, dois meses depois. “Graças a Deus, não tive metástase, daí dei início ao tratamento”. Ela iniciou com 16 sessões de quimioterapia, depois seguiu uma mastectomia com reconstrução da mama. Em seguida, 28 sessões de radioterapia. Hoje, segue em acompanhamento médico, exames periódicos, até completar 5 anos da remissão. Final desse ano acredita ter alta médica, fará os últimos exames, completando cinco anos.

Vilma Prado Virgílio

Vilma descobriu o primeiro câncer de mama em 2008, os 28 anos, fez a cirurgia em 2009, quadrante + esvaziamento axilar, 8 quimioterapias e 38 radioterapias, 5 anos de uso de tamoxafeno. Em 2014 teve alta do tratamento. Em 2015, exames de rotina indicaram reincidência, fez novos exames, marcou a cirurgia, mastectomia completa da mama direita. Quimioterapia novamente (13 seções), terminou as seções, começou a hormonioterapia novamente, chegou a data dos exames de rotina, apareceu um nódulo no fígado. A oncologista trocou as  medicações e hoje faz uso de injeção mensal (leuprolida ) e 30 comprimido de (anastrazol). Passou por três cirurgias e hoje compartilha com a gente sua história. “Sou prova viva que Deus é bom e os médicos e exames de rotina são necessários para um diagnóstico rápido preciso e um tratamento eficaz”, disse.